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Agosto: mês vocacional

anosacerdotalO mês de agosto, para a Igreja no Brasil, é dedicado à reflexão e oração pelas vocações. É o mês em que as comunidades são chamadas a refletirem sobre a forma de como estão cultivando as vocações.

De acordo com o assessor da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada (CMOVC), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Valdecir Ferreira, o mês vocacional “é um tempo propício para uma reflexão mais aprofundada, sobre a realidade da proposta vocacional que nós temos no Brasil”, explica.

Durante o Mês Vocacional, todos os anos, há uma temática a ser refletida. Este ano, o tema é “Eis-me aqui, envia-me”, em referência à Campanha da Fraternidade, junto à juventude, e o tema liga-se à proposta da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”.

Ao longo do mês de agosto, cada semana reflete uma realidade vocacional. A primeira semana, é voltada aos Mistérios Ordenados; a segunda, é voltada à Semana da Família; a terceira, à Vida Consagrada; e a quarta, voltada aos Ministérios não-ordenados, ou da vocação leiga.

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Na bíblia, para o apóstolo Paulo, a vocação se distingue do mero talento humano. Partindo da sua própria experiência ele conceitua vocação como “uma convocação para ser instrumento de proclamação do governo e da providência divina” (Atos 9:15-16). Segundo padre Valdecir, a proposta básica para o mês vocacional, é “criar uma cultura vocacional, onde todas as pessoas, a partir do batismo, sintam-se vocacionadas, envolvidas, comprometidas, e resgatem o valor da vocação.”

O padre ainda explica que as diferentes regiões do Brasil se organizam de inúmeras formas para a celebração, criando cartazes, vinhetas e programas, para rádio e televisão. Outras investem mais no campo da espiritualidade, da catequese. “Os regionais agem de maneira muito diversa, para a programação e para também a execução do mês vocacional. No entanto, basicamente, ficamos no campo das orações, das liturgias, com o trabalho com o público da catequese e da juventude, e nas mídias de rádio e televisão”, afirmou.

Fonte: site da CNBB



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